segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

BOM DIA 15/01/10


 Tocada pelo som da paz
Acariciada pelo caminhar das nuvens
Encontrar um lugar no céu
E ficar
 Ser confortada por uma voz sonolenta
Diga bom dia
Pode ser só uma vez
      
      Passar do além, assim em sonho
Visões perfeitas
Eu só queria...
Na tarde onde nem sequer me ouvem
Reger o toque da musica em maior som
Este se põe quente em frio dia

Debaixo a grama verde segue em frente
Aberto aos pássaros coroados pelo amarelo
Sempre, voa

Preciso ver...
Dom dele este que se consagra em minha visão
Dom do pequeno e bom da verdade em plenitude
Respirar fundo
“Quero que diga”
Preciso...

Descobertas de fim sem fim
        Exclamo sem afinações
Sensações

Preciso
Fazer de conta que amanhã e ontem é agora
Nem mais contar horas
Apagar, somente assim vai essas coisas temporais
Lagrimas de alecrim
Eu quero enterrar...estou enterrando....
Dizendo adeus

E agora eu preciso

Do segredo
Aquele que a mim encanta
Agora eu sou eu
Simplesmente eu
Por ser preciso
Assim.....em mim
Assino.    

E POR ESSES DIAS 28/11/09


[00:09:23] Jenifer Gladis Prestes: não fujo mais d vc
[00:15:18] Raphael: ta ventando muito
[00:15:19] Raphael: aqui
[00:17:39] Jenifer Gladis Prestes: um, quisera eu ser este vento
[00:17:48] Jenifer Gladis Prestes: rapido ou lento
[00:17:57] Jenifer Gladis Prestes: ser este vento
[00:18:18] Jenifer Gladis Prestes: para ir vendo...passando, vendo este vento que venta
[00:18:26] Jenifer Gladis Prestes: por suas próximas bandas
[00:18:37] Jenifer Gladis Prestes: compor este que venta
[00:18:45] Jenifer Gladis Prestes: por aí e inventa de passar
[00:18:48] Jenifer Gladis Prestes: por ti
[00:19:18] Jenifer Gladis Prestes: passar, perto de ti, e ventar, rapido ou lento
[00:19:32] Jenifer Gladis Prestes: e levar para perto
[00:19:40] Jenifer Gladis Prestes: de mim


( compondo por skype )

CANTO DE UMA NOTA SÓ 13/11/09


Lágrimas não derramam
Botões azuis
Meu vazio suave
Quadros são iguais

Só, assim só...assim só
Meu canto sufocou
Minha cama silenciou
E a sala vazia

Minha sombra na penumbra
Desenho se apaga
Céu de baunilha 
O quadro quebrou

Só, assim só...assim só
Botão abriu
Meu doce sem gosto
É o chá de anis
Frio

Só, assim só...assim só
Você ouve
Abandona-me
Minha pequena força
Minha memória
Da solidão
Canto
Só, assim só...assim só

TEMPO 02/11/09 por Raphael Bertassin


O tempo falta,
O minuto foi,
Horas que voam

Aviões vão e vêem
A espera da chegada
O medo da despedida

Tempo que durará
Na eterna vida como instante
No peito dormente batida forte
O tempo cronometrado já passou
Imóvel, então há
Sentimento do eterno que se faz
Meu coração do seu marco parou
Ao tempo não há e nada faz continuar

Tempo,
Levou o meu silêncio
Levou alegria
Levou a minha saudade
Mas tempo que é tempo ficará.

MAIS UM POUCO 02/11/09


Será do agora?
Silenciar ao sempre
Em retalhos o espaço feliz

Agora somente fecho os olhos
Agora somente fecho
Será o Agora?
As vibrações enfraqueceram pelas milhas
Ver e rever me traz a presença  
Mais um pouco deste liquido embriagador que alivia
Mais um pouco daquele sorriso de alegria
Dado por fim já realizada

Caso complicado essa da dona milha
“O novo complicado”
Da vida
Sem rumo, maltrapilha.

Vou indo agora embora
Vou como uma leve partida entardecida
As 5h podem marcar
Tudo quieto, tic tac

( mais uma vez o destino separou, por 5 meses.... )

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

LEVE 17/10/09


Para o dia que eu pegar na sua mão
Leva, me leva
Leva leve na neve
Perene a mim

Sinto muito, como sinto tênue
Ruas estreitas de paralelepípedo
Onde o Atlântico não compreende divisão
Ver-te?Onde?

Seu mundo, a ruar
Esses canteiros encontrar

Para o dia que eu pegar na sua mão
Refaça-me dentro a fora
Leva-me, faltam horas
Constrói de volta
Minha vida dilapidada

Faz-me de giz e cera, colorida e normal
Não sou de sempre encantos
Mas para ti
Entoo esses sem fim

Para o dia que eu pegar na sua mão
Sendo você quero ser até amanhecer
Vista-me de seu âmago
Somente dias, esses vezes poucos
Leva leve

Que compreenda por agora
Não perca à hora
Sinta o perfume, ele evapora
Para o dia que eu lhe der a minha mão
Leve,leva,leva leve


( Semana antes da viagem para Itália)


por Raphael Bertassin


REGAR  07/10/09

Farei sim aquilo que tu pensas
duvidarei sim desse meu poder
mas a força que há
do amor nasceu
no instante louco indomável apareceu

Ao medo de passos seguidos
os pés jamais no mesmo espaço será
estradas turvas e frisas
dos sonhos completarei e ficará

Buscas e respostas das mais diversas por atuais
serão saciáveis, como quem nunca teve
diante a tudo, "esperar-si"
e o tempo vindouro das aventuras e o sonhar
imaginar juntos... sim o faremos...

medo ao lado esquecido ficou
não o vejo, e passará
plenitude de vida há
sentir essa "par" sem hesitar

anjo como príncipe
amarei em prazeres
olhares que o impossível é não ver
a alma que dos olhos se mostra
contemplo presente neste "santiámen."

NOSSOS TEMPOS 06/10/0

Datas de feliz recordação
E destas lembrar assim quando passar
Que tempos são esses...
Esses, de simples suspiro.

Datas de minha plenitude sóbria
Sinto o deslumbre desenrolar desses tempos
Esses de recordação, passa-tempo e minha imaginação

Hoje eu só em dois revelei, pois por um pensei
E ele encontrará... recordará
Pois são agora "Nossos Tempos" 

Não vai passar, e mesmo assim olhando a face alheia
Com um leve semblante alegre
Cantaremos, lembraremos
Que do amor transcenderá o que ninguém pode provar

( somente a webcam registrou )


... 29/09/09


“Nostalgia da vida à imaginação
A sensação instável dos sentimentos que sufocam as nossas idéias  
As buscas dos mais altos sonhos trazem perto a nossa realidade,
Criando paradigmas conceituais de como vivemos,
E tornando a mente o seu significado fútil ou satisfatório de ser."

Raphael Bertassin


A FUGA 29/09/09 por Raphael Bertassin


Em um lindo campo de flores
Desespero-me em uma angústia profunda...
Onde estará o meu amor?

Perco no horizonte a visão dos teus olhares aos meus...
Onde esta?
Cego estou,
Mas forças tenho.

Da brisa o perfume a minha alma
Sinto o teu cheiro e me entrego na suave canção 
onde vento me faz dançar
Sinto você comigo, tão longe...

Poderei levar esses campos para casa?
...
Não! Meu coração não poderia suportar tal perda,
Entre as flores nessa linha infinita que do céu separa
Faz o contorno e a distância do nosso amor.

Cruel e sem piedade a vida parece ser
Mas o teu sorriso e os teu olhar, ahhh!
Os teus olhares dizem tudo.
Na simples fotografia sinto a esperança da saudade em mim...
Que em ti, somente em ti encontrei.

EM DIAS QUE RESTAM 26/09/09


Lembrar-se-á de mim quando os ventos do oeste se movem
Andaremos em campos de sonhos
Não deixe ir embora
Nos dias que ainda restam

Não deixe nunca de molhar a flor
Nenhuma outra vai servir.

Olhos me dizem o quanto se importa
Vidas que apenas começaram.
Segurarei em meus braços.
Mas eu não posso acelerar o tempo

Eu estive caminhando nas ruas à noite
Tentando apenas acertar

As Folhas...?
Tão livres como o vento,
E esperançosamente aprendendo...
Aprendendo

Eu perco a trilha que me perde
Então aqui vou eu

Eu nunca fiz promessas passageiras
Algumas quebraram em passado morto
Lembrar-se-á de mim quando os ventos do oeste se movem

Mas eu prometo que nos dias que ainda restam
Andaremos em campos de sonhos

( quando algo morre logo outra nasce )

por Raphael Bertassin


HOMENAGEM A CAMÕES 15/09/09

Bom dia rapariga,
Estou eu aqui a dizer "Terra a vista!"
Portugal eu descobri..
Mas só a minha terra tem a Jhenifer
e ali eu canto de felicitá
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Saudades!!!

( ... depois da tempestade veio por e mail o SOL!)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ONDE 11/09/09

Se eu chamo o seu nome à meia-noite
Você não estará lá
Você disse meu nome tão docemente
Tempo esse que você me chamou

Os sinos estão tocando
Eu não acredito que são para mim
Ando em cada segunda-feira
Com suas memórias tão claras
Ele era o meu senhor
E eu era sua dama

Se eu chamo o seu nome à meia-noite
Você não estará lá
Mas logo se cansou do dia preguiçoso
Quando me mudei embora
Ele veio a mim em noites
Ele era o meu senhor
E eu era sua dama

Mas logo se cansou do dia preguiçoso
Eles espalharam as cinzas na neve

Meu sentimento solitário de diamante
Perde-lo tão bem
Ah, os sinos estão tocando
Eu não acredito que são para mim
Amanhã eu vou deixar um pássaro em sua sepultura
Faço uma pequena prece por ti

Você disse meu nome tão docemente
Tempo esse que você me chamou...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ultimo Suspiro 11/09/09


Quero somente que saiba, eu estarei aqui...
Sabes onde, quando, até mesmo a relação tempo e espaço.
Ainda aqui por só, mas vivendo e o ar a respirar.

Aconteceu e não mais receio de tal beleza
O que sobrou são meus lamentos interiores
Agradecida por ter cruzado minha existência por menor
Só lamento a passagem breve e absoluta de essência

Eis que temo tal dor que recebo
Sua face breve e acolhedora me consola e me corrói
Basta-me somente esperar, pois o tempo sábio dirá.
O ritmo e caminho de cada

Acredito que o acaso é obra sagrada
Que nossos anseios de humanos são passageiros
Que a existência física é imortal
Assim como despejo em nascentes límpidas
Este encanto encontro
Em um mundo particular, onde Príncipes e Princesas.
Estarão sempre a reinar.

Agora é a partir de nós
Escrever este livro e suas páginas
Ou mesmo colocar em final e só.

( Momento onde tudo parecia ter sido perdido)

Oração Poema 11/09/09


No meu conto eu conto
História de Príncipes Anjos
Pessoas são Pessoas, Príncipes conto: são Anjos

Por sua vez se fez em meu lado longe, mas achei!
A certeza questionável para alheios e a verdade singular tão nossa
Não se trata de pequenas frases, mas sim minha sonata de clamante e pedinte
Anjos ouvem esta oração, para meu príncipe ser

24 horas e sensação de viver por alguém
Faz de meus traços escritos tão sublimes em composição
Pois é minha obra de arte seu sorriso à parte
Desejo ternamente
Assim como feliz para sempre

Nossas Gotas de virtualidade emotiva declaro santa a tecnologia
Se almas encontram-se de fios ligados no além inexplicável
Se meus anseios de jovem decifram por a este um fim
Que seja apenas o inicio feliz

Milagres de um dia presente assim
Elevam-se aos céus humilde devoção
Deixa-me mostrar que de sua existência posso ser consequência
Saudade não pode ser por eterna
Livrai-nos da dor da perda tão rica outrora

E deixai livres provar
O gesto simples de TVB!

( Este poema marca o inicio de uma nova fase. Onde eu realmente comecei a perceber muito além do que poderia imaginar, a verdadeira essência! )