Das janelas a ti, simples escrever
Tão pouco sei, mas para que saber
Pois aqueles que os olhos lê
Minha confiança plena descansa
Deixa levar em vento a voar
Minha prece
Rosa que dorme e devaneio vive
Única lucilar
Humilde carinho em luz entregar
Nossas residências passadas
Recordação no coração
Do firmamento veras tu ó Rosa
Brotar do impossível chão
Assim deixar, o vento levar
Da janela a ti pétalas
Que mais sublime Rosa és enlevar
O coração melancólico
E neles perfumar
E os nunca abandonar
Para em um entardecer de ventos brandos
Nos encontrar,
Da janela
De nossas almas.