quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ROSA

Das janelas a ti, simples escrever

Tão pouco sei, mas para que saber
Pois aqueles que os olhos lê
Minha confiança plena descansa

A janela aberta e lá fora toda a noite
Deixa levar em vento a voar
Minha prece
Rosa que dorme e devaneio vive
Única lucilar
Humilde carinho em luz entregar

Nossas residências passadas
Recordação no coração
Do firmamento veras tu ó Rosa
Brotar do impossível chão

Assim deixar, o vento levar
Da janela a ti pétalas

Que mais sublime Rosa és enlevar
O coração melancólico
E neles perfumar
E os nunca abandonar

Para em um entardecer de ventos brandos
Nos encontrar,
Da janela
De nossas almas.


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