Meu coração declama a ti misericórdia
Leve te implora
Seja o que for ser, eu serei...
Eu me entrego a ti perene
Minha alma assim descansa
Na delicadeza de suas rosas
Em volto ao manto
Minhas lagrimas que rolam
Esvaziam meu corpo exausto
Preenchendo de muros e fortes
Minha dor é minha honra
A ti dedico todo martírio
Pois nada sou e tudo posso
Crescendo nas aventuras designadas
Me libertando das águas paradas
Levitando contra ventos
Entoando meu ofício em meus devaneios
Essência de meu eu, me reges em conduta precisa
Me acompanha
Me ensina
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