domingo, 5 de maio de 2013

SEGUINDO O FLUXO 10/12/12


Estado novo
vida tecida
horas distorcidas
nada poético só ético
preciso embriagar
comprimidos brancos
relaxar
Medos diários
refazendo horas
este estado novo
ainda mata
Sede e cansada
pensamento velho
aquilo que não volta
por hora
Saudade aflita
palavra tão dita
no escritório da vida
no caixa da burocracia
Esta não sou eu
meu eu para outro dia
aquilo que queria
sonho minha amiga
Bebo as palavras
nesta noite pálida
onde o ar condicionado
me faz a inspiração
pobre em questão

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